Felipe De Galisteo

Integrante do Centro de Pesquisa da Máscara desde 2016.

Diretor, ator, dramaturgo e professor de teatro formado pelo Departamento de Arte Dramática da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Graduou-se com um projeto sobre a obra “Combate de Negro e de Cães”, do dramaturgo francês Bernard-Marie Koltès, focado na análise ativa do texto com base em Stanislavski e na análise de movimento a partir dos conceitos de Laban, estabelecendo relações entre esses sistemas no trabalho técnico do ator sobre a palavra.

Na mesma universidade foi bolsista da pesquisa “As Técnicas Corporais do Gaúcho e Sua Relação com a Performance do Ator-Dançarino”, sob orientação da Prof.ª Dra. Inês Alacaraz Marocco, durante 3 anos e meio.

Integra o Centro de Pesquisa da Máscara desde 2016, onde atua no espetáculo “Alvorada” e trabalha como professor.

Entre trabalhos de dramaturgia, roteiros cênicos e adaptações, escreveu cerca de 20 peças teatrais e é autor do livro ainda não publicado de poesia “Três Maneiras de Gritar em Silêncio”.

Ainda em Porto Alegre, fez parte dos grupos Virtù (2002 a 2006) e Teatro Sarcaustico (2007 a 2010), trabalhando em espetáculos como “Este Ano o Trigo Não Está Bom”, “Dois Perdidos Numa Noite Suja”, “Às Cegas”, “Roberto Zucco”, “Jogo da Memória”,  “IntenCIDADE 1a: Voar”, “A Vida Sexual dos Macacos”, “Wonderland e O Que M.Jackson Encontrou Por Lá” e “O Linguiceiro da Rua do Arvoredo”.

Recebeu da Secretaria de Cultura de Porto Alegre o Prêmio Açorianos de Melhor Dramaturgia de 2008 por “A Vida Sexual dos Macacos”. Em outras oportunidades também foi indicado aos Prêmios de Melhor Direção, Dramaturgia, Ator Coadjuvante e Iluminação.

Radicou-se em São Paulo em 2010 e desde então trabalha como professor de teatro e escrita criativa na cidade de Mauá, no Grande ABC. Ajudou a criar dentro da Secretaria de Cultura do município o projeto Cultuar – Centro de Estudos Para Arte e Cidadania, da qual foi coordenador de teatro nos anos de 2014 e 2015. Também fundou a Companhia Anônima de Teatro na mesma cidade, desenvolvendo os espetáculos “Capitães da Areia”, “Peça Para o Povo Fazer Barulho” e “Animais Domésticos”.

Também atua no espetáculo “O Incrível Homem Pelo Avesso”, do grupo Contadores de Mentira, de Suzano, desde 2015, realizando temporadas e apresentações em diversas cidades, com destaque para a participação no Festival de Artes Vivas de Loja, no Equador, em 2017.